quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Livros Desenho Geométrico
http://www.matematicaufrb.com/2011/11/downloads-desenho-geometrico-carlos_15.html
Livro Desenho Geométrico MARMO. Muito bom!
segunda-feira, 23 de julho de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
O Paradoxo do Nosso Tempo
O Paradoxo do Nosso Tempo
Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Fonte: http://pensador.uol.com.br/o_paradoxo_do_nosso_tempo/
Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Fonte: http://pensador.uol.com.br/o_paradoxo_do_nosso_tempo/
sábado, 20 de agosto de 2011
Esculturas em Papel Jeff Nishinaka
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Pintando com beijos!

Artista Natalie Irish criou recentemente um retrato de Marilyn Monroe de um modo, no mínimo, curioso: com marcas de batom deixadas pelos seus beijos.
Graças a essa abordagem única a artista, residente de Houston, nos Estados Unidos, vem chamando a atenção. Sua criação consegue equilibrar o realismo do rosto da bela Marilyn com a poética natural de seu processo de criação orgânico, fato que resulta em uma peça belíssima.
Fonte:www.zupi.com.br
Arte e a realidade - Artista Plástico cria obra em analogia ao DNA humano!



Chris Dorosz, artista plástico, suspende diversas gotas de tintas com fios de nylon.
As gotas são colocadas em ângulos diferentes e formam figuras humanas coloridas por meio de um efeito tridimensional.
A ideia do artista é destacar a matéria prima, no caso a tinta, e criar uma analogia da gota com o DNA humano. Curioso né?
Fonte:www.zupi.com.br
Desenho e Educação - as escolas brasileiras e o pré conceito ao Desenho
VII Seminário do Programa de Pós-Graduação em Desenho e
III Colóquio Internacional sobre Desenho: Educação, Cultura e Interatividade
Pesquisas realizadas no Programa de Pós-Graduação em Desenho demonstram que, cada vez mais, o conhecimento em desenho e a prática do desenhar estão sumindo dos espaços escolares brasileiros, principalmente, as escolas públicas de Ensino Básico. As consequências desta falha educacional são sentidas no ensino superior, nos cursos cujo saber em desenho é condição fundamental para seu desenvolvimento, como no caso da Arquitetura, Engenharia Civil, Design etc. Isso ocorre mesmo com a inserção das novas tecnologias de informática e computação, pois o desenho é linguagem e conhecimento e não apenas mero instrumento. A situação se agrava quando se percebe que o desenho continua sendo símbolo de ócio, o que pode ser verificado em expressões corriqueiras no âmbito educacional, como: “hoje é sexta feira, é dia de desenho” ou “preciso organizar a caderneta, vou colocar os meninos para desenhar”.
Além da prática comum de muitos professores, de se utilizar de fotocópias de desenhos temáticos e festivos para colorir ou fazer colagem sobre elas. Tais “métodos” de ensino de desenho ou de desenvolvimento das habilidades motoras, que se perpetuam a décadas nas escolas públicas, colocam o Desenho como mero instrumento, banalizando-o a ponto de estabelecê-lo como um agente facilitador do trabalho árduo do pedagogo, que entre outras atividades, precisa dar conta de toda a burocracia em sala de aula. O Desenho, linguagem e conhecimento prático e teórico, vive grandes transformações que não são adotadas e nem absorvidas em sala de aula. Por conta destes distúrbios na compreensão do conceito de “Desenho” é que este evento é necessário e importante, para que discussões, a fim de propor possíveis soluções para a problemática criada em torno do tema, sejam suscitadas.
O Programa de Pós-Graduação em Desenho, Cultura e Interatividade, juntamente com o Curso de Especialização em Desenho e o Núcleo de Desenho e Artes, assumem a proposta de discutir neste Seminário e no Colóquio estudos inter e multidisciplinares em Desenho, em que a Educação é a pedra fundamental como objeto de reflexão obrigatório para se entender qualquer produção humana, técnica, artística, científica e tecnológica.
O VII Seminário do Programa de Pós-Graduação em Desenho aqui proposto figura como uma das atividades obrigatórias do Programa de Pós-Graduação em Desenho e é uma oportunidade de interação entre profissionais da área, muitos formados inclusive pelo próprio programa, já que é organizado em parceria com os alunos e ex-alunos do Mestrado, da Especialização e Graduação da UEFS e de outras IES que desenvolvam estudos na área ou em áreas afins.
O III Colóquio Internacional sobre Desenho: Educação, Cultura e Interatividade foi estabelecido para propiciar intercâmbio com outras instituições universitárias e de pesquisa de outros países, neste ano, destacam-se Portugal, França e México. Através destes dois eventos, pretende-se socializar a produção científica e artística de discentes/docentes/pesquisadores, fruto dos estudos realizados nos Grupos de Pesquisa, e refletir sobre ações interativas e multidisciplinares, contribuindo para a compreensão do desenho na dimensão cultural, temporal, antropológica, como patrimônio e memória, de modo a promover o diálogo interativo e cooperativo entre as diversas áreas do conhecimento.
Os Programas de Pós-Graduação da UEFS têm por meta produzir conhecimento e alavancar a pesquisa, e é esse outro objetivo do Programa de Desenho, pois a pesquisa é o lugar da emergência do conhecimento, que capta a força de transformação ativa da sociedade e que gera a mudança.
Para informações de como participar do colóquio, entre: http://www2.uefs.br/msdesenho/
III Colóquio Internacional sobre Desenho: Educação, Cultura e Interatividade
Pesquisas realizadas no Programa de Pós-Graduação em Desenho demonstram que, cada vez mais, o conhecimento em desenho e a prática do desenhar estão sumindo dos espaços escolares brasileiros, principalmente, as escolas públicas de Ensino Básico. As consequências desta falha educacional são sentidas no ensino superior, nos cursos cujo saber em desenho é condição fundamental para seu desenvolvimento, como no caso da Arquitetura, Engenharia Civil, Design etc. Isso ocorre mesmo com a inserção das novas tecnologias de informática e computação, pois o desenho é linguagem e conhecimento e não apenas mero instrumento. A situação se agrava quando se percebe que o desenho continua sendo símbolo de ócio, o que pode ser verificado em expressões corriqueiras no âmbito educacional, como: “hoje é sexta feira, é dia de desenho” ou “preciso organizar a caderneta, vou colocar os meninos para desenhar”.
Além da prática comum de muitos professores, de se utilizar de fotocópias de desenhos temáticos e festivos para colorir ou fazer colagem sobre elas. Tais “métodos” de ensino de desenho ou de desenvolvimento das habilidades motoras, que se perpetuam a décadas nas escolas públicas, colocam o Desenho como mero instrumento, banalizando-o a ponto de estabelecê-lo como um agente facilitador do trabalho árduo do pedagogo, que entre outras atividades, precisa dar conta de toda a burocracia em sala de aula. O Desenho, linguagem e conhecimento prático e teórico, vive grandes transformações que não são adotadas e nem absorvidas em sala de aula. Por conta destes distúrbios na compreensão do conceito de “Desenho” é que este evento é necessário e importante, para que discussões, a fim de propor possíveis soluções para a problemática criada em torno do tema, sejam suscitadas.
O Programa de Pós-Graduação em Desenho, Cultura e Interatividade, juntamente com o Curso de Especialização em Desenho e o Núcleo de Desenho e Artes, assumem a proposta de discutir neste Seminário e no Colóquio estudos inter e multidisciplinares em Desenho, em que a Educação é a pedra fundamental como objeto de reflexão obrigatório para se entender qualquer produção humana, técnica, artística, científica e tecnológica.
O VII Seminário do Programa de Pós-Graduação em Desenho aqui proposto figura como uma das atividades obrigatórias do Programa de Pós-Graduação em Desenho e é uma oportunidade de interação entre profissionais da área, muitos formados inclusive pelo próprio programa, já que é organizado em parceria com os alunos e ex-alunos do Mestrado, da Especialização e Graduação da UEFS e de outras IES que desenvolvam estudos na área ou em áreas afins.
O III Colóquio Internacional sobre Desenho: Educação, Cultura e Interatividade foi estabelecido para propiciar intercâmbio com outras instituições universitárias e de pesquisa de outros países, neste ano, destacam-se Portugal, França e México. Através destes dois eventos, pretende-se socializar a produção científica e artística de discentes/docentes/pesquisadores, fruto dos estudos realizados nos Grupos de Pesquisa, e refletir sobre ações interativas e multidisciplinares, contribuindo para a compreensão do desenho na dimensão cultural, temporal, antropológica, como patrimônio e memória, de modo a promover o diálogo interativo e cooperativo entre as diversas áreas do conhecimento.
Os Programas de Pós-Graduação da UEFS têm por meta produzir conhecimento e alavancar a pesquisa, e é esse outro objetivo do Programa de Desenho, pois a pesquisa é o lugar da emergência do conhecimento, que capta a força de transformação ativa da sociedade e que gera a mudança.
Para informações de como participar do colóquio, entre: http://www2.uefs.br/msdesenho/
quarta-feira, 27 de abril de 2011
O massacre à educação ainda não acabou...Professores de rede federais sem receber a mais de 3 meses...
É incrível a hipocresia nesse país. Todos pela educação...todos menos o governo da nossa "querida" Dilma...professores concursados em regime de substituto sem receber a mais de 3 meses...podem até ser demitidos (e cadê a Globo que nem divulga isso...é uma que tá de conchavo com o governo a fim de conseguir seus interesses e servir de meio pros interesses do governo) ...corte na educação federal em todo país...no dia 13 de abril, mais de 15 mil servidores foram à Brasília, exigindo 62% de aumento, que foi o reajuste dos parlamentares que "dão duro" por nós brasileiros...(até parece...)é um governo para o país ou para interesses individuais de parlamentares, que falsificam folhas de pagamento para dizer que não receberam e assim ganhar mais, que "batem ponto" mas não trabalham nada...acho que deveriam mudar os dados do IBGE de população do Brasil de 190 milhões para 19 mil (número que representa-não é fato- os parlamentares de todo o Brasil) porque o governo é só pra eles...bom, não queria fazer essa comparação, mas parece até o massacre na escola em Realengo, o governo, totalmente armado, atacando aqueles que querem realmente mudar o país (alunos, professores, trabalhadores honestos)...pena que os parlamentares não são suicídas...(brincadeira de mau gosto, mas não tá dando mais pra aguentar essa situação podre na política...)
Somos em maior número (isso lembra até a cena do "Vida de Inseto" quando as formigas se unem pra afugentar os gafanhotos) mas enquanto ficarmos parados, a coisa vai ficar como tá e até piorar...Vamos nos unir e acabar com essa sujeira!
Somos em maior número (isso lembra até a cena do "Vida de Inseto" quando as formigas se unem pra afugentar os gafanhotos) mas enquanto ficarmos parados, a coisa vai ficar como tá e até piorar...Vamos nos unir e acabar com essa sujeira!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Pura Alienação destrutiva...quem são os verdadeiros heróis - Luiz Fernando Verissimo
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... , ou simplesmente dormir. Wilma acrescenta: [ler a bíblia... , ajudar o próximo... , orar pelos que hoje sofrem com a tragédia das enchentes... ,]
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... , ou simplesmente dormir. Wilma acrescenta: [ler a bíblia... , ajudar o próximo... , orar pelos que hoje sofrem com a tragédia das enchentes... ,]
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
O passado a umas dobras do presente





Ligar o passado e o presente num mesmo retrato não é novidade, como já vimos no projeto Age-maps, criado pelo americano Bobby Neel Adams. A inglesa Abigail Reynolds parte da mesma ideia, mas inova ao compor belíssimos trabalhos a partir de complicadas e cuidadosas dobraduras.
Reynolds recupera imagens antigas de paisagens e monumentos e as mescla com fotos atuais ou de épocas diferentes, que tenham sido tiradas de ângulos bem parecidos. Para encontras as imagens que deseja, a artista costuma frequentar sebos e mercados de pulgas: suas fontes preferidas são atlas, enciclopédias e guias turísticos.
No entanto, o mais trabalhoso de sua criação são as dobraduras: Abigail toma cuidado para preservar a foto inteira enquanto as modela e recorta. Assim, se alguém dobrar as partes para dentro ou para fora, poderá visualizar a imagem inteira.
Alguns trabalhos de Reynolds estão expostos na galeria de arte contemporânea Ambach & Rice, em Seattle, EUA. A mostra Collider foca na série The Universal Now, e fica em cartaz até dia 16 de janeiro. Acima, algumas das peças em exposição:
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Saiu no G1: Governo inclui bônus e cursos em plano de metas de professores do RJ. (Bonificação pode chegar a três salários a mais no fim do ano)
A Secretaria estadual de Educação vai anunciar a criação de um novo plano de metas para os professores da rede para melhorar a qualidade do ensino. Os educadores que atingirem 100% das metas vão receber uma bonificação em dinheiro, que pode chegar a até três salários a mais no fim do ano, além de cursos de capacitação em universidades e na escola corporativa da Secretaria, que será criada em junho.
Outra novidade é o fim das indicações para os cargos de gestão e diretoria das escolas. Os funcionários serão escolhidos por um processo seletivo.
O programa será divulgado na sexta-feira (7). O objetivo do plano de metas é tirar o Rio de Janeiro da penúltima posição no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do Estado (Ideb). O indicador avalia a cada dois anos o aprendizado no ensino fundamental e médio em todo o país. Na última avaliação, o Rio só ficou à frente do Piauí.
Educação será prioridade no governo, diz Cabral
No dia 1º de janeiro, na cerimônia de posse, o governador Sérgio Cabral prometeu que a educação será prioridade no segundo mandato.
“Quero assumir o compromisso com o povo do estado do Rio de Janeiro, que em 2014 o estado do Rio de Janeiro estará entre os cinco melhores estados do Ideb no Brasil”, disse Cabral na cerimônia.
O plano do governo promete uma virada de página na educação. O acompanhamento do que acontece dentro das salas de aula será mais rigoroso. Uma das medidas é implementar um currículo mínimo para as disciplinas Matemática, Português, História, Geografia, Sociologia e Filosofia.
Provas e simulados
Com a adoção do novo plano, os alunos passarão a fazer avaliações de desempenho e simulados a cada dois meses. Além disso, os estudantes terão provas para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do Estado (Iderj). O Iderj foi criado nos moldes do Ideb e será aplicado nos anos em que não há a prova do MEC.
Os resultados que os estudantes obtiverem nos exames vão contar na avaliação dos professores, que também terão seu desempenho apreciado - com um peso menor - pelas condições em que o colégio é mantido.
As 1.466 escolas estaduais passaram por uma vistoria e, segundo a Secretaria, vão receber desde pequenos reparos até investimentos em ampliações e tecnologia.
“A meta ela é coletiva, ela é para escola. Então, o conjunto de servidores que trabalham naquela escola, todos juntos, têm a função de cumprir aquela meta. Cada qual dentro do seu papel”, explicou o secretário estadual de Educação, Wilson Risolia.
PS: Demorou pro Governo enxergar que, pra sedir eventos tão importantes como Olimpíadas e Copa do Mundo o povo precisa ser educado par receber bem os visitantes...
Outra novidade é o fim das indicações para os cargos de gestão e diretoria das escolas. Os funcionários serão escolhidos por um processo seletivo.
O programa será divulgado na sexta-feira (7). O objetivo do plano de metas é tirar o Rio de Janeiro da penúltima posição no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do Estado (Ideb). O indicador avalia a cada dois anos o aprendizado no ensino fundamental e médio em todo o país. Na última avaliação, o Rio só ficou à frente do Piauí.
Educação será prioridade no governo, diz Cabral
No dia 1º de janeiro, na cerimônia de posse, o governador Sérgio Cabral prometeu que a educação será prioridade no segundo mandato.
“Quero assumir o compromisso com o povo do estado do Rio de Janeiro, que em 2014 o estado do Rio de Janeiro estará entre os cinco melhores estados do Ideb no Brasil”, disse Cabral na cerimônia.
O plano do governo promete uma virada de página na educação. O acompanhamento do que acontece dentro das salas de aula será mais rigoroso. Uma das medidas é implementar um currículo mínimo para as disciplinas Matemática, Português, História, Geografia, Sociologia e Filosofia.
Provas e simulados
Com a adoção do novo plano, os alunos passarão a fazer avaliações de desempenho e simulados a cada dois meses. Além disso, os estudantes terão provas para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do Estado (Iderj). O Iderj foi criado nos moldes do Ideb e será aplicado nos anos em que não há a prova do MEC.
Os resultados que os estudantes obtiverem nos exames vão contar na avaliação dos professores, que também terão seu desempenho apreciado - com um peso menor - pelas condições em que o colégio é mantido.
As 1.466 escolas estaduais passaram por uma vistoria e, segundo a Secretaria, vão receber desde pequenos reparos até investimentos em ampliações e tecnologia.
“A meta ela é coletiva, ela é para escola. Então, o conjunto de servidores que trabalham naquela escola, todos juntos, têm a função de cumprir aquela meta. Cada qual dentro do seu papel”, explicou o secretário estadual de Educação, Wilson Risolia.
PS: Demorou pro Governo enxergar que, pra sedir eventos tão importantes como Olimpíadas e Copa do Mundo o povo precisa ser educado par receber bem os visitantes...
Último dia para ver Guerra e Paz de Portinari no Teatro Municipal cria uma fila gigantesca

Dia 06/01/2011 (quinta) foi o último dia para ver de perto os painéis de Guerra e Paz, de Candido Portinari, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Os painéis estavam em Nova Iorque através de uma doação do governo brasileiro à ONU (Organização das Nações Unidas). Os painéis gigantes de "Guerra e Paz" têm 14 metros de altura. Consumiram quatro anos de trabalho e a saúde de Portinari, que mesmo intoxicado pelas tintas se dedicou de corpo e alma a obra. A razão para que os painéis fossem expostos no Teatro Municipal se deve ao fato de, há mais de cinquenta anos, terem sido lançadas nesse mesmo Teatro, inclusive com a presença do então presidente, Juscelino Kubischeck.
Hoje, dia 06/01/2011 estava passando pelo Teatro quando vi uma fila gigantesca dando a volta no quarteirão. Muitos abriram mão do conforto para aguarda em pé, naquela imensa fila, num calor de 38° C só para não perder essa última oportunidade de ver essa magnífica obra de arte. No total, mais de 30 mil pessoas foram ao Teatro para visitar a obra.
Depois da exposição no Theatro Municipal, os painéis serão levados para o Palácio Gustavo Capanema, onde serão restaurados em ateliê aberto ao público de janeiro a maio de 2011. Uma vez restaurados os trabalhos, o Projeto Portinari planeja expor na Oca, em São Paulo, em julho de 2011.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Centro de Artes Calouste Gulbenkian e Museu Calouste Gulbenkian



Calouste Gulbenkian nasceu numa família de abastados comerciantes arménios. O seu pai importava querosene da Rússia. Estudou em Londres, no King's College, onde obteve o diploma de Engenharia (1887).naturalizado britânico (1902), ativo no setor do petróleo e um dos pioneiros no desenvolvimento desse setor no Médio Oriente. Foi também um mecenas, com um grande contributo para o fomento da cultura em Portugal. A sua herança esteve na origem da constituição da Fundação Calouste Gulbenkian.
O Centro de Artes Calouste Gulbenkian foi criado em 11 de março de 1971, na Praça
Onze, e recebe o nome de Calouste Gulbenkian em homenagem à instituição cultural portuguesa sediada em Lisboa - Fundação Calouste Gulbenkian. O Centro de Artes Calouste Gulbenkian foi construído em um prédio com uma área interna de 8.800 m ² e área externa de 1.733 m ², com 32 salas, com recursos doados por essa Fundação, ao governo brasileiro.
A origem do Centro Calouste está ligada à necessidade de formar professores de Artesanato para atender às Escolas da Rede Oficial do antigo Estado da Guanabara. Em 1975, com a fusão entre os dois Estados - Guanabara e Rio de Janeiro - o Centro Calouste passou a integrar a recém criada Secretaria Municipal de Cultura.
A nova estrutura devolveu ao Centro de Artes Calouste Gulbenkian sua importância enquanto Pólo de Serviço Municipal para atender aos interesses da população, nas áreas cultural, artística e social, e o transformou num equipamento uno, onde arte, cidadania e educação se congregam.
O Museu Calouste Gulbenkian situa-se na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. A sua colecção é composta por aproximadamente seis mil peças de arte antiga e moderna, das quais apenas mil e trinta se encontram expostas ao público.
O museu abriu as suas portas em Outubro de 1969, dando seguimento às disposições testamentárias de Calouste Sarkis Gulbenkian, industrial de origem arménia, fixado emPortugal em meados do século XX, e que ao longo da sua vida reuniu uma vasta colecção de arte. O edifício onde se situa o museu, situado no Parque de Santa Gertrudes, foi da autoria de Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy de Athouguia.
As peças da exposição permanente encontram-se expostas de forma a constituir dois circuitos independentes. O primeiro é dedicado à Arte Oriental e Clássica, com peças de arte egípcia, greco-romana,arte islâmica, arte da China e arte do Japão.
O outro circuito é dedicado à Arte Europeia, com peças cronologicamente situadas num período que se inicia no século XI e termina no século XX. Este circuito possui núcleos dedicados à arte do livro, artes decorativas, escultura e pintura. No tocante a este último núcleo, salientem-se os trabalhos de artistas como Domenico Ghirlandaio, Degas, Édouard Manet, Peter Paul Rubens ou William Turner.
Fontes: Site Centro de Artes Calouste Gulbenkian : http://www0.rio.rj.gov.br/calouste/
Wikipédia
Site Museu Calouste Gulbenkian: http://www.museu.gulbenkian.pt/main.asp?lang=pt
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Norman Rockwell - O maior ilustrador que já se viu!





Fonte: Zupi
Norman Rockwell nasceu em fevereiro de 1894, em Nova York. Entre essa data e 8 de novembro de 1978, dia em que faleceu em decorrência de um enfisema, produziu mais de 4 mil obras e deixou uma marca indelével nos campos da ilustração e das artes.
Ainda jovem, aos 21 anos, Rockwell dividia o estúdio com o cartunista Clyde Forsythe, que na época trabalhava para o The Saturday Evening Post. Com sua ajuda, o jovem ilustrador conseguiu emplacar pela primeira vez uma de suas pinturas na capa da publicação. Nos 12 meses que se seguiram, o sucesso se repetiu em mais oito edições. Ao final de 47 anos, Rockwell havia publicado um total de 322 capas originais no The Saturday Evening Post, trabalho que o tornou popularmente conhecido e celebrado em todo o país.
Além dessa célebre série de capas, o ilustrador também produziu artes para publicações e calendários da Boy Scouts of America, e ilustrou mais de 40 livros, incluindo os clássicos norte-americanos Tom Sawyer e Huckleberry Finn. Também entram em sua lista de criações livretos, catálogos, cartazes, livros de partituras, selos, cartas de baralho e murais.
Seu trabalho é frequentemente caracterizado por retratos sentimentalizados do cotidiano norte-americano, versando também em temas como racismo e liberdade de expressão.
O ilustrador brasileiro Benício é um dos que se podem notar semelhança ao nível de realismo de Rockwell.
O pai do geometrismo espacial: Georges Rousse





» News / por Zupi
Fonte: www.zupi.com.br
Georges Rousse é um fotógrafo por excelência. Afinal, a visão que suas imagens nos oferecem só pode ser experimentada ali, daquele preciso ângulo e naquele exato momento. Adepto da técnica conhecida como trompe l’oeil, que usa truques de perspectiva para criar ilusões de óptica, o francês cria pinturas que, vistas de certo ponto, mais parecem intervenções digitais sobre imagens capturadas com uma câmera.
Em seu trabalho, nenhum elemento é manipulado em computador, de modo que tudo se baseia em formas criadas à mão e conjuntos decorativos situados estrategicamente no espaço.
Em suas obras, geralmente criadas em locais abandonados, nada é por acaso: cada milímetro é planejado para que, no momento do clique final, o simulacro de volume se apresente na íntegra, quase como uma realidade alternativa. As irregularidades das paredes e elementos do ambiente são anuladas e passam a compor formas de duas dimensões, como círculos e quadrados.
Como pai do que se chama de “geometrismo espacial”, Georges Rousse influenciou muitos outros artistas, como, por exemplo, Felice Varini.
Nos anúncio de TV algo parecido pode ser visto, por exemplo, na propaganda do Fiat Idea Adventure, onde também se vê a técnica do Anaformismo.
As duas primeiras imagens são de Felice Varini eas últimas de Georges Rousse.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Tenho que desabafar, MHN e os alunos da UFRJ
O MHN (Museu Histórico Nacional) é muito contraditório...
Os estágios remunerados são para os alunos da UNIRIO
Os trabalhos voluntários ficam com os alunos da UFRJ...
Tô lendo o 1808 (já saiu o 1822, mas ainda tô no 1808, na 5ª página)
do Laurentino Gomes.
Ele questiona: porque o MHN, que deveria ser um Museu de Residência
da Família Real é , na verdade, um Museu de História Natural???
Porque???
Porque o estágio remunerado não é pros alunos da UFRJ???
Porque???
Nota: Se Laurentino Gomes teve a liberdade de questionar, porque eu não??
Porque??
Os estágios remunerados são para os alunos da UNIRIO
Os trabalhos voluntários ficam com os alunos da UFRJ...
Tô lendo o 1808 (já saiu o 1822, mas ainda tô no 1808, na 5ª página)
do Laurentino Gomes.
Ele questiona: porque o MHN, que deveria ser um Museu de Residência
da Família Real é , na verdade, um Museu de História Natural???
Porque???
Porque o estágio remunerado não é pros alunos da UFRJ???
Porque???
Nota: Se Laurentino Gomes teve a liberdade de questionar, porque eu não??
Porque??
domingo, 19 de dezembro de 2010
Implosão do HUCFF (Hospital Universitário Clementino Fraga Filho) no Fundão UFRJ


Às 7h da manhã deste domingo, dia 19/12/10, ocorreu a implosão do HUCFF (Hospital Universitário Clementino Fraga Filho) no Fundão UFRJ. O prédio de 13 andares, erguido na década de 1950 e jamais concluído, levou 20 segundos para cair por terra.Para o reitor Aloísio Teixeira, a universidade sai ganhando com a construção de um novo hospital na área que ficará vaga após a remoção dos escombros.Com o novo hospital, a Ala Norte, onde hoje funciona o atendimento clínico e ambulatorial, terá as dependências aproveitadas com salas de aula, gabinetes de professores e laboratórios de pesquisa.O diretor do Clementino Fraga Filho, José Marcus Raso Eulálio informou que uma equipe de limpeza e descontaminação trabalhará para que até o dia 3 de janeiro o prédio possa receber os funcionários técnicos e administrativos.Em 21 de junho, a ruptura em dois pilares condenou o prédio da Ala Sul. A UFRJ optou pela implosão, pois além de mais rápida custou cinco vezes menos que a demolição manual.
Fonte: http://www.ufrj.br/mostraNoticia.php?cod_noticia=11107
Veja também o vídeo da implosão: http://www.webtv.ufrj.br/?option=com_content&task=view&id=849&Itemid=
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Vasarely - O mestre em 3D na tela 2D





"A arte de amanhã será um tesouro coletivo ou deixará de ser arte."
Um dos fundadores da arte cinética e um dos principais representantes da "op art", Victor Vasarely foi o criador de uma obra de alcance e acesso social. O pintor e escultor húngaro, radicado na França, utilizou o recurso da reprodução gráfica para ampliar sua capacidade de fazer circular a obra de arte. Com o entusiasmo de consolidar novos elementos para a integração social também foi um dos pioneiros a considerar a arte como um “tesouro coletivo”, do qual todos devem participar.
A seleção de serigrafias, composta por 21 obras, exemplifica a maestria de Vasarely na investigação das superfícies cromáticas e suas relações no espaço como síntese e reflexo do mundo. A coleção é proveniente da Fundación Museos Nacionales, instituição vinculada ao Ministerio del Poder Popular para la Cultura de la República Bolivariana de Venezuela. A mostra conta com o patrocínio da Agência de Fomento, COPEL, COMPAGAS, SANEPAR, CAIXA e o apoio do Ministério da Cultura e do Governo do Paraná.
Na construção de sua linguagem, Vasarely incluiu a geometria, a física, os avanços tecnológicos, a química e os elementos plásticos para articular novas fontes poéticas, com a intenção de democratizar e socializar a arte. Em 1947, ele “reconhece que a forma e a cor podem significar o mundo e ampliar o horizonte da percepção estética. Através de suas formas desejava expressar uma visão espiritual do mundo: com simplicidade, nobreza, equilíbrio e a separação da pressão do tempo”, explica a curadora María Luz Cárdenas.
O artista
Victor Vasarely começou como gráfico em Paris, dedicando-se ao estudo da luz, do espaço e dos materiais. A partir de 1944, dedicou-se à escultura, desenvolvendo abstrações geométrico-construtivas. O sistema de "unidades plásticas", iniciado em 1959, representa a aplicação prática de suas concepções matemáticas e científicas no âmbito artístico. A técnica consistia em introduzir formas geométricas em um elemento básico de forma quadrangular, produzindo efeitos espaciais, cinéticos ou vibratórios a partir de variações lineares e cromáticas.
A utilização diferenciada de diversas formas geométricas na superfície e no espaço possibilitava a combinação ilimitada de redes de linhas e movimentos ondulatórios. As obras de Vasarely representam uma síntese entre a arte concreta e o construtivismo, bem como a possibilidade de controlar a obra de um ponto de vista racional e estético. Em 1976, concebeu um museu para a exibição das suas obras em Aix-en-Provence e, em 1981, foi inaugurado o Museu Vasarely, no Castelo de Gordes (Vaucluse).
Fonte: Museu Oscar Niemeyer - Paraná
O caminho é a Educação - Biblioteca de Medellín na Colômbia dá o exemplo com a implantação de uma super Biblioteca Parque





Medellín, na Colômbia, era uma cidade marcada pelo narcotráfico e pela violência. Mas a partir de 2006, com a inauguração de Bibliotecas Parque – uma biblioteca com um parque para que os leitores possam usufruir da leitura ao ar livre – a cidade elevou o seu nível educacional, fator que contribuiu para a diminuição do índice de violência.
Inspirando-se nesse projeto, foi implantada em Manguinhos, no Rio de Janeiro, a primeira Biblioteca Parque brasileira, em um espaço de 3,3 mil m², que sediava o antigo Depósito de Suprimento do Exército (1º DSUP). Essa área foi totalmente urbanizada, e se transformou no local de maior concentração de equipamentos sociais em uma comunidade carente da cidade, um complexo com ludoteca, filmoteca, sala de leitura para portadores de deficiências visuais, acervo digital de música, cineteatro(em construção), cafeteria (ainda não foi inaugurada), acesso gratuito à Internet e uma sala denominada Meu Bairro, para que os usuários façam reuniões da comunidade.
A Biblioteca Parque de Manguinhos é equipada com 40 computadores para internet livre, livros eletrônicos, 3 milhões de música em arquivo digital (do Imusica), 700 filmes em dvd, uma vasta coleção de quadrinhos e, sem esquecer dos livros, claro – são 25 mil títulos.
Todos os 28 funcionários da biblioteca são moradores da região e contratados pela Secretaria estadual de Cultura. Eles foram treinados para atender à todas as pessoas que visitarem o local.
Já a Biblioteca que ispirou a de Manguinhos, a de Medellín, na Colômbia é de uma estrutura super arrojada, e se destaca da paisagem com seu aspecto de grandes rochas lascadas, bruta por fora, mas exuberante por dentro.
Agora, não adianta o governo implantar bibliotecas nas áreas carentes e não despertar interesse da população pela leitura e melhorar a qualidade da educação nas escolas. As duas vertentes devem andar de mãos dadas, pois um livro não muda o mundo e sim pessoas. As pessoas são as que mudam o mundo...
A Biblioteca Parque de Manguinhos fica no endereço: Avenida Dom Helder Câmara, 1184
Tel: (21) 23348917
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Daniel Senise


Daniel Senise (Rio de Janeiro, 1955) é um pintor brasileiro. Formou-se em engenharia civil na UFRJ em 1980 e ficou conhecido com a participação na exposição Como vai você, Geração 80?, que foi realizada em 1984 (da qual também fez parte Eneas Valle, atualmente professor de Produção Cultural e de Escultura e Reciclagem na UFRJ). Foi aluno e professor na Escola de Artes Visuais do Parque Lage durante o período de 1986 a 1994.
Sua carreira obteve destaque em 1985 ao expor na Grande Tela da 18° Bienal de São Paulo. Daniel Senise percorreu o mundo com algumas exposições individuais, como no Museum of Contemporary Art of Chicago em 1991 e no Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey em 1994.
No início de sua carreira, sua produção era focada em temas e volumes vazios de imagens indefinidas que eram retiradas de objetos do cotidiano. Ao final da década de 80, suas telas passam a adquirir cores intensas e variadas, enfocando paisagens imaginárias e descontínuas.
As pinturas Renascentistas também foram influência no trabalho de Senise, evocando o passado e a tradição para se compor uma arte contemporânea. Assim as pinturas de Senise são uma mistura de história da arte, imagens e a percepção atual da sociedade, abrindo-se para uma ampla combinação de experiências. Sua idéia é ativar o imaginário do espectador e criar diversas sensações.
Em 1998 foi publicado o livro Daniel Senise: ela que não está, pela Cosac & Naify, com textos de Ivo Mesquita, Dawn Ades e Gabriel Pérez-Barreiro.
Em 2002 foi lançado o livro Daniel Senise The Piano Factory, pela Andrea Jakobsson Estúdio Editorial, com 231 páginas. Dividido em nove capítulos, oito deles com textos do crítico Agnaldo Farias e outro de autoria de Alexandre Mello, o livro analisa a obra e o fazer de Senise. .[2]
No ano de 2005 Senise voltou dos EUA para o Brasil, onde retomou seu trabalho com processos orgânicos e passa a criar uma nova série de pinturas. Algumas de suas obras foram enviadas à Galeria Brito Cimino.
A técnica utilizada nessas obras é curiosa, pois ele trabalha com “impressões em madeira”, resultado de um acidente, Daniel trabalhava em seu ateliê quando percebeu que havia derramado tinta no chão, causando um efeito interessante, desde então passou a desenvolvê-la, cobrindo diferentes assoalhos de madeira com tecidos, jogando cola e tinta por cima para recriar textura. Depois começou a recortar e rearranjar as impressões, decompondo e recompondo os feixes impressos na matéria-prima.
No ano de 2006, Senise apresentou suas obras no Museu Oscar Niemeyer. A exposição foi composta por 23 pinturas, algumas inéditas na época. Segundo o curador Agnaldo Farias, a mostra enfatizou a apresentação de obras realizadas nos últimos quatro anos (2002-2006). Organizados em três séries, esses trabalhos são apresentados no núcleo chamadoChãos. Em algumas dessas obras, o artista criou suas superfícies com tecidos e lençóis provenientes de um hospital e de um hotel. As duas séries restantes mostram pinturas históricas do artista e outras composições mais complexas, compostas pela utilização de elementos arquitetônicos.[3]
Daniel Senise é conhecido como um artista que ativa o imaginário do espectador. Ele se preocupa com o modo de percepção e construção de imagens, pensa na imagem de forma fragmentada como instrumento de significação, identificação, recuperação e conhecimento do mundo complexo pós-moderno. Atualmente faz parte do projeto Absolut Brasil, em que criou uma garrafa personalizada para a campanha Absolut Vodka.
Daniel Senise atualmente também promove um curso de História da Arte na Biblioteca Parque de Manguinhos para aqueles interessados em conhecer um pouco sobre arte.
Mais recentemente, Daniel Senise está com uma exposição na Casa França Brasil -RJ, até o dia 10 de julho de 2011
Texto extraído do Blog Varal de Idéias http://cimitan.blogspot.com/
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